15 coisas malucas que são consideradas normais em outros países

Viajar ao redor do mundo certamente nos torna observadores profissionais. Ver costumes estranhos, admirar pessoas em trajes tradicionais, contemplar a vistas de tirar o fôlego e até mesmo tentar entender por que diabos as pessoas fazem o que fazem. Mas alguns costumes estranhos são mais estranhos do que podemos imaginar e você verá alguns desses que ganharam destaque pelo grande contraste que possuem com nossa cultura a seguir.

Veja só 15 coisas malucas que são consideradas normais em outros países:

15 – Algumas mulheres na Índia se casam com árvores

A razão para essa estranha tradição é que, na astrologia védica, acredita-se que as pessoas que estão sob a forte influência de Marte não nasceram para terem casamentos felizes. Essas pessoas são chamadas de manglik e existem até áreas especiais em sites de namoro onde os mangliks podem se misturar uns com as outras. Acredita-se que um manglik é capaz de neutralizar a influência de outro.

A situação é realmente complicada para as mulheres manglik porque as pessoas na Índia acreditam que uma esposa com a perigosa influência de Marte em seu horóscopo pode piorar a saúde de seu marido. É por isso que essas mulheres são instruídas a “casar-se” primeiro com uma árvore para que a “maldição de Marte” passe para a árvore. Após a cerimônia, a árvore é cortada e queimada e a mulher é autorizada a se casar com um homem.

Curiosamente, os homens manglik não precisam passar por nenhum ritual. Aparentemente, os indianos acreditam que são apenas as esposas que podem afetar a saúde e o destino de seus maridos (ou simplesmente se importam menos com o bem-estar da esposa na família).

14 – Os sundaneses da Indonésia às vezes usam folhas de bananeira em vez de pratos

A mesma tradição pode ser vista em outros países quentes, mas em algumas partes da Indonésia uma folha de bananeira serve como prato para várias pessoas ao mesmo tempo. Este tipo de reunião é chamado botram, que significa literalmente “comer juntos”.

Pessoas de posições sociais completamente diferentes comem da mesma folha. Acredita-se que o botram une todas as pessoas, independentemente de sua origem. Talheres também não são usados ​​durante essa refeição – as pessoas comem com as mãos.

13 – Certas meninas são consideradas deusas vivas no Nepal

As pessoas no Nepal acreditam que a deusa hindu Taleju encarna na terra em meninas cujos corpos ela às vezes possui. O processo da procura por Kumari (a deusa viva) parece o processo de busca das novas encarnações do Dalai Lama. É feito por astrólogos e monges – eles procuram os Kumari entre as castas Shakya na comunidade de Newari.

Existem vários Kumari no país, mas a mais famosa é a Royal Kumari, que vive em Katmandu. O processo de seleção consiste em vários rituais estritos, após os quais a escolhida se instala em um palácio onde recebe visitantes com presentes que esperam que a deusa viva lhes envie bênçãos para uma boa saúde, bem como soluções para todos os seus problemas.

12 – Pessoas em Israel constroem habitações temporárias chamadas sukkahs para viverem lá durante a celebração de Sucot

É costume construir abrigos temporários chamados sukkahs em pátios, sacadas ou varandas. Os abrigos são construídos em memória das peregrinações dos judeus no deserto do Sinai antes do início das comemorações da festa de Sucot. Fazer isso é considerado um dever sagrado. Deve-se passar o maior tempo possível em uma sukkah durante a semana das celebrações – comendo, descansando e orando no ambiente. Se morar não for uma opção, comer em uma sukkah duas vezes por dia é obrigatório.

11 – Bebês recém-nascidos na Coréia do Sul “já vêm” com 1 ano de idade

Recém-nascidos na Coreia do Sul e em alguns outros países são considerados com um ano de idade. Além disso, acredita-se que uma pessoa se torna um ano mais velha, não no dia do aniversário (embora também seja comemorado), mas no primeiro dia do Ano Novo Lunar.

10 – Um metrô passa por um bloco de apartamentos na China

Há uma solução arquitetônica extremamente atípica que você pode ver na cidade chinesa de Chongqing – a estação de trem de monotrilho de Liziba está localizada dentro de um edifício residencial. Os trens passam por ele no 6º andar e têm atraído várias reações – de admiração a indignação. Parece que esta solução também foi usada no Japão.

9 – Restaurantes fast-food nas Filipinas vendem porções enormes

Não que filipinos sejam gulosos, mas porque muitas pessoas gostam de almoçar na companhia de amigos. Existe até uma palavra especial para essas reuniões – barkada. Portanto, não fique surpreso se você ver uma porção de batatas fritas para 6 pessoas no cardápio do McDonald’s nas Filipinas.

8 – Famílias inteiras em motocicletas no Paquistão

Essa situação não é segura, confortável e muito menos recomendada – mas pode ser vista com bastante frequência no Paquistão e em muitos outros países. Essas fotos geralmente são ridicularizadas na internet, mas na verdade são algo em que devemos refletir. Às vezes, a pobreza não oferece às pessoas outra opção senão fazer coisas estranhas e muitas vezes perigosas.

7 – Egípcios possuem um conceito completamente diferente de regras de trânsito

Se é que existem regras de trânsito lá! Você pode dirigir do jeito que quiser no Egito e é improvável que sua carteira de motorista seja revogada. Naturalmente, esse tipo de bagunça cria engarrafamentos, situações de emergência e muitos perigos para pedestres e ciclistas. Oficialmente, as regras de trânsito no Egito são as mesmas em todo o mundo, mas o fato é que as autoridades não se importam muito com as violações.

6 – As pessoas na Itália organizam batalhas de laranjas

Todos os anos, em fevereiro ou no início de março, acontece o Carnevale d’Ivrea, envolvendo a tradicional batalha das laranjas. As pessoas jogam laranjas umas nas outras como bolas de neve. Mas por que laranjas?

Segundo alguns historiadores, essa batalha é o símbolo de uma revolta popular contra o despotismo dos senhores. Mas há uma versão mais interessante sobre uma garota chamada Violetta que se protegeu de um governante tirano local que iria usar seu direito da primeira noite (um suposto direito legal na Europa medieval que permitia que senhores feudais tivessem relações sexuais com mulheres subordinadas, em particular, nas noites de núpcias). Guardas tentaram prender Violetta, mas os cidadãos a salvaram atirando pedras nos guardas. Hoje, as laranjas simbolizam essas pedras.

E embora essa tradição tenha seus contras (o que não surpreende, pois 350 toneladas de laranjas são desperdiçadas dentro de 3 dias do evento), o número de participantes desse festival incomum aumenta ano após ano.

5 – Residentes da Grã-Bretanha precisam comprar licenças para cada aparelho de TV que possuem em casa

A BBC é uma emissora de televisão pública e é financiada por taxas de licenciamento pagas por cidadãos que possuem TVs e outros dispositivos, onde podem assistir a transmissões ao vivo, em computadores, laptops, smartphones, tablets e até mesmo consoles de jogos.

A licença custa 145,50 libras esterlinas por ano e os residentes têm que comprá-la ou rejeitá-la com uma solicitação por escrito explicando seu motivo para não assistir à TV. Caso contrário, eles poderiam acabar recebendo multas caras. É impossível rejeitar o serviço e assistir a programas de TV ilegalmente – existe um serviço especial chamado Divisão de Execução (você pode ver o carro retrô do serviço na foto acima) que chegará à sua casa sem aviso e verificação.

4 – Existe um imposto da igreja na Alemanha

Kirchensteuer é um imposto da igreja que é passado aos paroquianos de algumas comunidades religiosas na Alemanha. Igrejas católicas romanas, igrejas evangélicas, a sociedade religiosa unitária de protestantes livres e comunidades judaicas estão entre elas.

A quantidade de imposto é fixada em 8-9% do valor do imposto de renda. Por exemplo, se um paroquiano paga 10.000 euros em imposto de renda por ano, eles terão que pagar 800 euros para a igreja. Além disso, esse imposto pode ser aplicado a dividendos e ao dinheiro obtido com a venda de propriedades.

Um contribuinte tem o direito de deixar a igreja e se recusar a pagar o imposto, para o qual eles precisarão preencher um aviso especial. Aqueles que se recusarem a pagar o imposto podem ser excomungados. Além disso, eles podem entrar na lista negra se quiserem trabalhar em algumas organizações da igreja, como escolas ou hospitais.

3 – No Canadá, o leite é vendido em sacos plásticos transparentes

Você provavelmente já viu esses saquinhos, só que de iogurte, não é mesmo? Para a gente, leite em saquinho é estranho mas para muitos residentes de certos países no mundo, as caixinhas que utilizamos é que são bizarras! Acontece que o leite em saco plástico acaba não sendo um empecilho se você colocá-lo em uma jarra como os canadenses fazem.

2 – Há um grupo de lutadoras bastante incomum na Bolívia

Muitas mulheres bolivianas participam de competições de luta livre e elas são chamadas de cholitas. Ao contrário dos homens lutadores que lutam com roupas confortáveis ​​e esportivas, essas mulheres precisam lutar em seus trajes nacionais – saias exuberantes, blusas brilhantes, sapatos e chapéus de feltro. Além disso, não há atletas profissionais entre as cholitas; de fato, muitas delas são donas de casa e nunca fizeram qualquer tipo de treino.

1 – Existe um “instrumento especial de educação” chamado la chancla, que as mães no México usam

Também conhecidos no Brasil como “chinelada na bunda”, o la chancla é um chinelo ou uma sandália que mães e avós latino-americanas e espanholas usam ao disciplinar crianças e adolescentes travessos. Hoje em dia, a maioria dos países ocidentais considera esse método de ensino abusivo.

Mas parece que a chancla continua a ser uma arma forte no México e em outras regiões com mentalidade semelhante. Por exemplo, a velha senhora na foto acima descobriu que sua neta tinha um namorado e a primeira coisa que ela fez foi pegar sua la chancla. A propósito, muitas crianças criadas com a ajuda de uma chancla dão risadas sobre esse assunto e parece que elas não acham que a infância delas foi traumatizada.

[Bright Side]

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